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Ação destacou o papel do HMAP como unidade estratégica da Região Metropolitana em cenários críticos de alta complexidade
Foto: Zutto DigitalO Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), unidade da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), construído e mantido pela Prefeitura e administrado pelo Einstein, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) de Aparecida participaram, nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, a partir das 7h30, de um simulado de catástrofe em Goiânia. A ação foi realizada pelo Einstein Hospital Israelita da Capital e simulou o desabamento do teto de uma sala de cinema no Goiânia Shopping, com atuação integrada entre hospitais e forças de segurança.
O SAMU de Aparecida participou com oito profissionais, incluindo um médico responsável por auxiliar na triagem das vítimas, além de duas ambulâncias, sendo uma Unidade de Suporte Avançado (USA) e uma Unidade de Suporte Básico (USB).
Além do HMAP e do SAMU de Aparecida, o treinamento envolveu o Einstein Goiânia e o Hospital de Urgências de Goiás dr. Valdemiro Cruz (HUGO). As unidades receberam pessoas que interpretaram vítimas com diferentes níveis de gravidade, permitindo testar protocolos de triagem, atendimento e encaminhamento em situações de emergência de grande proporção.
O simulado contou ainda com a participação do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, da Polícia Militar e das equipes de segurança do shopping, promovendo a integração entre hospitais públicos e privados e as forças de resposta a emergências. Durante o exercício, foram avaliados os fluxos assistenciais, a comunicação entre as equipes e a capacidade de resposta diante de múltiplas vítimas, com foco na revisão de processos e no fortalecimento das boas práticas.
Para o secretário municipal de Saúde de Aparecida, Alessandro Magalhães, treinamentos como esse são fundamentais para salvar vidas e garantir mais segurança aos profissionais: “Esse tipo de simulação prepara nossas equipes para agir com rapidez, organização e eficiência em situações reais de grande complexidade. Quanto mais integrados e treinados estiverem os profissionais, maiores são as chances de salvar vidas e de oferecer um atendimento seguro tanto para os pacientes quanto para quem está na linha de frente”.
Já o diretor do HMAP, Pedro Vieira, ressaltou que a atuação conjunta amplia a capacidade de resposta e fortalece a rede de urgência e emergência. “Uma das maiores contribuições desse tipo de exercício é fortalecer a confiança entre as equipes e entre os sistemas de saúde público e privado. Quando cada profissional sabe como atuar e como se conectar ao restante do sistema, ganhamos tempo – e tempo, em emergências, significa salvar vidas.”
Com a participação de cerca de 200 pessoas, entre profissionais de saúde, gestores, agentes públicos e voluntários, a iniciativa visou ampliar o nível de prontidão das instituições envolvidas e reforçou o papel do HMAP como unidade estratégica do sistema público de saúde da Região Metropolitana, especialmente em cenários críticos de alta complexidade.