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Iniciativa da gestão Vilela começa na segunda-feira, 17, e eleva de 105 para 353 o número de ovitrampas usadas para identificar a presença e a reprodução do Aedes aegypti em diferentes regiões do município
Foto: Divulgação SMSA Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), inicia na próxima segunda-feira, 17 de agosto, às 9h, uma nova etapa de expansão do monitoramento do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Em um mutirão da Vigilância em Saúde Ambiental, serão instaladas 248 novas ovitrampas em vários bairros. Com isso, a rede passará de 105 para 353 armadilhas, ampliando a capacidade de identificar a presença e acompanhar a atividade reprodutiva do vetor.
A estratégia permite reconhecer com maior precisão as áreas de intensa atividade do mosquito e, com base nos dados coletados, direcionar as ações de prevenção e controle. A nova etapa alcançará as cinco áreas de trabalho da Vigilância em Saúde Ambiental e mobilizará agentes de combate às endemias que atuam nas visitas domiciliares e supervisores de endemias, profissionais diretamente envolvidos no enfrentamento às arboviroses.
A superintendente de Vigilância em Saúde, Hérica Leguizamon, afirma que a expansão fortalece o acompanhamento do Aedes aegypti e qualifica o planejamento das ações de campo. “Seguimos a determinação do prefeito Leandro Vilela para ampliar as ações de prevenção e fortalecer estratégias cada vez mais rápidas, precisas e eficazes no combate ao Aedes aegypti. A expansão das ovitrampas nos permite conhecer melhor a realidade de cada região e direcionar o trabalho das nossas equipes de forma mais estratégica”, diz.
Os profissionais serão distribuídos em três equipes para a instalação das novas armadilhas: 95 ovitrampas ficarão sob responsabilidade da primeira, 74 da segunda e 79 da terceira. O trabalho abrangerá bairros como Independência Mansões, Jardim Alto Paraíso, Garavelo, Cidade Vera Cruz, Veiga Jardim, Mansões Paraíso, Cidade Satélite São Luiz, Jardim Monte Serrat, Vila Maria, Jardim Miramar, Rosa dos Ventos, Parque Trindade, Jardim Olímpico, Vila Brasília e Jardim Rosa do Sul, entre outras regiões.
A mobilização integra a rotina da Vigilância em Saúde Ambiental, que identifica situações de risco, orienta moradores e atua no controle de criadouros. As ovitrampas permitem detectar a presença do Aedes aegypti e acompanhar sua atividade reprodutiva. A coleta e análise dos ovos ajudam a apontar áreas com maior presença do vetor e a definir onde as equipes devem concentrar ou intensificar as ações.
Desde setembro de 2025, mais de 290 mil ovos de Aedes aegypti já foram coletados pelas ovitrampas instaladas no município. O resultado reforça a importância do monitoramento contínuo e da expansão da rede. De implantação simples e baixo custo, a iniciativa amplia a vigilância sem exigir grandes investimentos em equipamentos.
O coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Edson Fernandes da Silva, destaca, porém, que a participação da população continua essencial. O controle do Aedes aegypti também depende da eliminação de locais que acumulem água e sirvam de criadouro. A orientação é manter quintais, terrenos e áreas externas livres de recipientes com água parada, limpar regularmente calhas, caixas-d’água e outros pontos de possível acúmulo e permitir o acesso dos agentes durante as ações de vigilância.